2 de fevereiro de 2015

As 9 coisas que (supostamente) irás ver desaparecer da tua vida

 Até a Uva...

O mais importante não é determinar se estas mudanças serão boas ou más, porque isso é subjectivo e dependerá da forma como cada um se adapta às mesmas.
O importante é verificar que tudo o que temos de certo na vida, ou pensamos que nos acompanhará para sempre, é um grande erro de cálculo, porque um dia tudo passa, até o tempo.
As 9 coisas que considero em estado periclitante são a regra que confirma a exceção de que tudo é para sempre.
Ei-las!

1. O Correio
Vai-te preparando para viver um mundo sem Correios. Eles estão a descair tanto com problemas financeiros que provavelmente não há maneira de os aguentar por muitos mais tempo. O e-mail, FedEx, Facebook e SMS, têm praticamente dizimado as cartas, que é como quem diz, a receita mínima necessária para manter os Correios a funcionar. O pouco do que ainda recebemos pelo correio, todos os dias, não passa de ”lixo” e contas.

2. O cheque
A União Europeia já está a preparar o terreno para acabar com o cheque até 2018. O processamento de cheques custa biliões de euros por ano ao sistema bancário. Cartões de plástico e transações on-line, ou pelo telefone, vão levar à eventual extinção do cheque. Isto tem ligação direta com a morte dos Correios. Se ninguém pagar as suas contas pelo correio, e nunca receber as pensões pelo correio, os Correios ficam em absoluto fora do negócio.

3. O jornal
A geração mais jovem simplesmente não lê o jornal e certamente que é cada vez mais reduzido o número de jovens (e adultos) que se deslocam a um quiosque para procurar um jornal impresso. Foi o que já aconteceu com o leiteiro e o padeiro. Quanto ao ler o jornal on-line, preparem-se para ter de pagar por isso. O aumento dos dispositivos móveis com Internet e e-readers, tem motivado todos os jornais e editoras de revistas para criar alianças. Eles reuniram-se com a Apple, Amazon, e outras grandes empresas de telefonia móvel para desenvolver um modelo de serviços de assinatura paga.

4. O livro
Vocês podem dizer que nunca vão desistir do livro físico (NEVER, NUNCA, NUNQUINHA! - falo por mim caramba, morria disso se isso provocasse a morte), que seguramos na mão enquanto lemos e vamos virando as páginas. Eu disse a mesma coisa sobre o download de música do iTunes. Queria que o meu CD tivesse cópia impressa, com a capa e tal, tudo bonitinho. Mas rapidamente mudei de ideias quando descobri que poderia obter os álbuns pela metade do preço, sem sair de casa, para conseguir os últimos êxitos. A mesma coisa está a acontecer com os livros. Hoje já podemos navegar nas livrarias on-line, e até mesmo ler um capítulo pré-visualizado antes de comprar. E o preço é menos da metade do de um livro em papel.

5. O telefone fixo
Já hoje não precisamos do telefone fixo. A maioria das pessoas ainda o mantém simplesmente porque sempre o tiveram. Até a própria Telecom aproveita a linha do telefone mais para serviços, como o da televisão, do que para o telefone. Inclusivamente todas as empresas de telemóveis oferecem serviço fixo gratuito porque ele já é inexpressivo.

6. A Música
Esta é uma das partes mais tristes da história da mudança. A indústria discográfica está a definhar de morte lenta. E não é só por causa de downloads ilegais. É a falta de oportunidade para a nova música inovadora chegar às pessoas que gostariam de ouvi-la. A ganância e a corrupção é que é o problema. As gravadoras e os conglomerados de rádio estão simplesmente a autodestruir-se. Mais de 40% das músicas compradas hoje são "Anexos dos Catálogos", o que significa música tradicional, com a qual o público está familiarizado. Os artistas mais antigos e consagrados. Isto também é verdade no circuito de concertos ao vivo.

7. A Televisão
As receitas dos canais televisivos têm caído drasticamente. Não apenas por causa da crise. As pessoas estão a preferir assistir a televisão e filmes a partir dos seus computadores. E, ao mesmo tempo, elas jogam e fazendo muitas outras coisas, que ocupam o tempo que costumava ser gasto assistindo a ver televisão. Programas do horário nobre descambam abaixo do menor denominador comum. A publicidade roda a cada 4 minutos e 30 segundos. Eu digo boa viagem para a maior parte de tudo isso. Está na hora das empresas do cabo serem postas de fora da nossa miséria. Deixem as pessoas escolher o que querem assistir on-line através do Netflix.

8. Fotos e documentos
Muitas das fotos e documentos que usamos e possuímos, podem no futuro (que é hoje) ficar na "nuvem ". Hoje os nossos computadores ainda têm um disco rígido, onde guardamos as nossas fotos, músicas, filmes e documentos. O software está num CD ou DVD, sempre podemos reinstalá-lo, se for necessário. Mas tudo isso está a mudar. Os serviços de internet oferecem "serviços em nuvem" gratuitos. Isso significa que assim que ligamos o computador, a Internet é incorporada ao sistema operativo. Assim, se clicar num ícone, ele vai abrir algo na Internet. Não é porque as coisas estejam mais seguras, mas porque essa é a realidade do futuro.

9. A Internet
O diretor-executivo da empresa Google, Eric Schmidt, defendeu que a Internet vai desaparecer, ou seja, ficará tão entranhada na realidade que vamos deixar de sentir que está lá.
'Vão haver tantos endereços IP… tantos dispositivos, sensores, coisas que se usa, coisas com que estaremos a interagir que nem sequer nos apercebemos', explicou. 'Vai estar presente connosco, todo o tempo. Para o responsável da Google, o futuro será fascinante: 'Emerge assim um mundo muitíssimo personalizado, muitíssimo interativo e muito, muito interessante.'
A internet vai desaparecer porque vamos 'engoli-la', literalmente, e fará parte de nós, como um qualquer órgão vital.

Teorias...

30 comentários:

  1. Algumas teorias que fazem sentido mas livros, não! Eu gosto do cheiro das folhas e cada livro tem o seu próprio cheiro. Eu gosto de tocar nas folhas, sentir a textura. Já tentei ler livros no computador, mas desisto ao fim de meia dúzia de páginas. Não, não, tudo menos os livros!
    Os Correios até dava um certo jeito, há dias que precisava de um carrinho para trazer o correio do escritório :) Esses podiam ser dos primeiros a desaparecer, só lamento os empregos dos funcionários que são muito simpáticos (alguns)!

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    1. Es maluquinha dos livros, está mais que visto!!
      Junta-te a mim, ou como diria o Jorge Palma, encosta-te a mim.

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  2. Lutarei ao máximo pelos jornais e pelos livros.
    Se quisesse enumerar a décima seria:

    10. As pessoas [demorará mais tempo que as nove anteriores, mas acabará por ser engolida]

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    1. Também eu. Estou até a pensar escrever um, lá mais para o verão, quando os dias forem maiores...
      As pessoas vão desaparecendo, é certo. Outras virão. Somos uma praga ;)

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  3. Ainda compro jornais impressos. Com menos frequência, mas ainda compro. Também já tenho livros digitais... Sim, parecem-me teorias para "passar" à prática.

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    1. Eu jornais impressos... nada.
      Livros só impressos.
      Cheques já não uso, e não vou aos correios há anos.
      Estou uma Uva Passa. E na verdade, se até a Uva passa, tudo os resto passa também.

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  4. Acho que a do livro é a que mais me perturba :)

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    1. E é mesmo.
      Talvez não se verifique tão cedo, mas os miúdos e a escola moderna... tudo aponta... credo!

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  5. A mim a que mais me perturba é a da Internet. Gosto muito de manter a minha vida "real" fora da minha vida "informática", gosto da possibilidade de estar off-line, gosto de saber que nem tudo o que é meu está acessível a qualquer um (e está se estiver na "nuvem" - como alguns hackers já demonstraram).

    Seremos vigiados 24/7. Não me agrada. Dessa vigilância a uma ditadura é um passo. Não nos poderemos mexer sem que alguém saiba, não poderemos ter uma ideia contrária sem que alguém saiba. Acho que as questões sobre as escutas da CIA e as revelações do Snowden nos deveriam levar a todos a recapitular e pensar bem onde estamos metidos e no quê. Quais são as implicações de tudo ter wi-fi? De termos câmaras em todas as televisões ou pc´s, muitas delas com câmaras ocultas que podem ser activados mesmo com wi-fi desligado). Qualquer dia queremos aclamar pela liberdade e seremos dependentes do sistema, não teremos outras alternativas e depois? Como se combate uma ditadura tão potente que terá todos os habitantes do planeta sob controlo, sob vigia?

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    1. Não se combate.
      É como a heroína, cocaína, as anfetaminas, o crack, e os antidepressivos. Primeiro vicia-se as pessoas, depois já ninguém consegue de lá sair.
      Isso que disseste pode muito bem ir para o quadro de honra das coisas que vamos perder.
      A liberdade tal qual como a vemos, já era.

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    1. Nunca Loira. Havemos de combater lado a lado!!

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  7. Espero que não passem de teorias... pelo menos no que toca aos jornais e aos livros, não há tecnologia que me faça desistir deles.

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  8. Finalmente, o nosso sonho de adolescência (e demasiada literatura de ficção especulativa, ah Gibson, fabuloso Gibson, que viu o rumo dos tempos há tantas décadas) do ciberespaço, omninet, uninet, noosfera ou como lhe queiram chamar, o sonho de controlar tudo do conforto do sofá por simples volição.
    A humanidade transcendida, não agora pela vontade mas pela tecnologia.
    A evolução finalmente arredada da cegueira aleatória da selecção natural. A "evolução racional".

    A "Rede" constrói-se camada sobre camada. Apenas vemos os serviços que estão cada vez mais integrados, eles próprios hierarquizando-se da mesma forma.

    A interface neuronal e os processadores sinápticos estão a alguns anos da comercialização, os quânticos estão a começar a entrar em acção. Decifra-se as palavras que vão ser pronunciadas mesmo sem chegarmos a murmurá-las, controla-se próteses com o pensamento, conseguimos de um país operar um paciente do outro lado do mundo, sem risco de tremuras do cirurgião abraçado pela máquina.
    A nossa própria memória é amplificada pelas ferramentas mais básicas, as "legendas" de tudo são cada vez mais fáceis, a realidade tornou-se "aumentada".
    Os drones deixarão/am de ser telecomandados, tornar-se-ão autónomos, por objectivos, os agentes de software tomarão conta da actividade das bolsas (já tomaram, embora seja tudo proibido e bláblá).

    Estamos no limiar do deslumbramento, ou da catástrofe. A automatização de tudo está próxima. Até como projectista serei obsoleto, sistemas artificiais mais rápidos e exactos a operar em sistemas formais com conjuntos de regras astronómicos poderão fazer aquilo que me demora um dia ou uma semana num microsegundo e ainda ter tempo para vencer partidas de xadrez a vários grandes mestres em simultâneo.

    Se a actual estrutura da assistência social não for alterada, se continuar a existir este disparate de separação entre impostos das empresas para as finanças e deduções por trabalhador para a segurança social estaremos todos perdidos.

    A dúvida é: o que farão os políticos, essas alimárias que só pensam "no bem da nação" (aquela pequena cartilha que guardam no bolso, impressa a letra dourada)?

    Enquanto não chegamos lá:

    . há 10 anos diria que nunca abandonaria o livro impresso. Mas o "livro" não é um formato. Há anos que uso livros digitais. O tablet pesa agora menos que um livro de 300 páginas. Posso riscar, pintar, realçar, comentar, sem degradar o que quer que seja. Melhor, acima de tudo, posso pesquisar em fracções de segundo por um tema ou uma frase. Não necessito de um camião para transportar a minha biblioteca. Posso ler à noite num tablet e durante o dia no telemóvel. Encontro clássicos completos de qualidade fantástica, no idioma original, comentados, pintados, por 2 ou 3 euros. Não me preocupo com o pó nem com o espaço.

    Tenho uns cinco a seis mil livros em papel. E cerca de mil digitais (comerciais), mais uns dez mil gratuitos (basta ir ao guntenberg e descarregar), sem falar em literatura técnica, guias, catálogos (necessitaria de um armazém para isso tudo que cabe aqui na lousa com caneta, com e sem teclado, que também tira fotos, mede campos magnéticos, serve para pintar e é várias vezes mais rápida que o grande PC que utilizava há 4 anos, e ainda liga a uma enorme tv ou projector por rede sem fios.

    Continuo a comprar em papel, talvez apenas um livro por cada dez que compro em formato digital, simples veleidade ou saudosismo, semi-consciente resistência à mudança das coisas, à minha própria mudança .

    E é assim cara U., um verdadeiro crente finalmente convertido, simultaneamente deslumbrado e assustado.
    Abraço!

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    1. UAU!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
      Se me deixares publico este teu comentário (elevadíssimo a post) só para as pessoas ficarem a saber que eu conheço uma pessoa (do mesmo signo que eu), nascido ali taco a taco nos idos de 76 e que comenta assim, desta maneira, com estas palavras que se formam em frases tão distintas.
      You Rock!!!

      E depois o que fazíamos aquelas magníficas bibliotecas?
      Cinco a seis mil livros em papel? Que inveja... que grande inveja.
      Não sei se consigo largar o calhamaço dos Miseráveis, Guerra e Paz e Anna K., mas já leio muita coisa no tablet, é verdade... será?

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    2. Claro que sim cara U. Mas duvido da relevância do meu comentário. Foi mais um desabafo ao correr do teclado. O teu post está muito mais estruturado e racional.

      Agora, como é que sabes que sou da colheita de 76 e do mesmo signo?!!!
      Assim de repente, fiquei assustado!
      ;)

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    3. Assustado 2 vezes? Bom, não me sabia tão assustadora... Mas dou a mão à palmatória, uma uva-passa não é lá grande beleza.
      Sobre isso dos signos e tal: bom, eu ando a seguir-te há tempos, penso apoderar-me desses 5 000 títulos que tens escondidos... estou quase a conseguir. Tu não te afastes.
      ;)

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  9. Olha, eu já fui muito agarrada às coisas.
    Até personificava os objectos, cria-os com sentimentos.
    Guardava tudo e chorava baba e ranho porque o meu pai me deitava tudo fora.
    (meu querido pai, ele é que sabia)
    Depois perdi pessoas, o meu pai incluído. E vivo a iminência da perda com um potenciar do amor que sinto pelas pessoas (dizem que o que mantém o amor vivo é a iminência da perda).
    Nunca mais ninguém me deitou nada fora e agora tenho pena.
    Mas tenho também a máxima de que se nem as pessoas são eternas, por que é que as coisas hão-de ser?
    Por isso, deito fora coisas.
    ~
    Salvem-se os livros. E salvem-se as pessoas.
    Os livros também são pessoas :)

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    1. Que lindo.
      Pronto, eu hoje estou totalmente rendida à vizinhança.
      Salvem-se as pessoas com sentimentos.
      Como tu.

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    2. :) e tu.
      (mais um que, qualquer dia, elevo a post. Tu inspiras-me! :)

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    3. Então porque não me escolheste a mim para Bilf 2015? Tenho pêlos suficientes no bigode..

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    4. Errr... aquilo, acho que é só eleger para bloggers masculinos, e por bloggers femininos, uma cena muito hetero...

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  10. Andei o dia todo para cá vir e ainda não é desta que te dou uma resposta com pés e cabeça. Aqui vai, a despachar:
    O correio de cartas, sim, mas acredito que o transporte de volumes entregas aumente (as compras on-line propriciam-no).
    Jornais, hummm...
    Cheque, não me lembro quando foi a última vez que usei um.
    Livros, tenho dúvidas, apesar do formato electrónico ainha há muita gente que gosta de os sentir, olhar, cheirar, anotar. Eu não prescindo.
    Telefone fixo, sim, tem os dias contados.
    Fotos e documentos, em suporte de papel, vvão diminuir drásticamente, mas tal como os livros acredito que haverá sempre quem precise da relação física e não se contente com o seu armazenamento/visionamento virtual/electrónico.
    Televisão, música e internet, os objectos serão diferentes (a tv -aparelho- será substituida por um emissor de hologramas, por exemplo) mas não deixarão de existir.

    Bom exercício, Uva!

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    1. Olha a minha Mirone!!! Que saudadinhas pah! A pequena está melhor? Tadinha, não sei o que seja uma otite (nem em mim nem na ML).
      Essa da televisão por hologramas interessa-me. Se algum vizinho disser que viu um homem cá em casa, ao meu marido, eu posso dizer que era o rapaz da novela! Hahahahah
      O papel vai ser a ultima coisa a desaparecer, mas é impossível alimentar tanta gente, o planeta não aguenta e o eucalipto é pior que terrorista! Dá cabo de tudo.

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  11. Acho que acabará por acontecer tudo isso, visto que a tendência parece ser essa. Já os livros, penso que não, espero que não. Leio mas não compro revistas nem jornais, TV não vejo muita, cartas também envio e recebo poucas, música oiço muito mas já não compro discos, Fotos, tiro muitas, tenho milhares, mas imprimo pouqíssimas...Hoje toda a minha vida passa pelo PC e pela internet, no entanto guardo religiosamente os meus livros que leio sempre em papel, guardo discos antigos, tenho caixas com cartas, fotografias, etc. Mas sim, são tesouros dos quais nunca me vou desfazer até porque a tendência é deixar de haver. Enfim, é com tristeza que reconheço ser verdadeiro o que dizes.

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    1. Umas coisas mais tarde que outras, mas no geral creio que é isto.
      Duvidas?
      É ler o 'Admirável Mundo Novo' do Aldous Huxley e ficar a saber tudo.

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  12. Leio jornais, mando cartas e presentes pelo correio e, claro, leio livros, muitos livros. Salvemos algumas das coisas de que gostamos, nem que sejamos um bocadito assim para o cota, vá! :P :P

    Beijocas, Uvinha! :)

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    1. Maria?
      És tu??
      Aquela ali da foto?
      Olá Maria. Carinha laroca.

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    2. Viste as minhas bochechas? ;) O que vale é que nã dá para se notar as rugas... :p

      Beijo. :)

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