14 de maio de 2014

SOMOS OS MAIORES DO MUNDO!!!

... DOS PIORES, EM SWAPS.

E perguntam bocêses à Uvinha amiga: Quem é o maior do pior do MUNDO?
E a Uvinha responde: A Metro do Porto. Carago!

Aqui a Uvinha, gostava de vos dizer que a 'METRO do PORTO' foi considerada hoje, o pior erro a nível MUNDIAL, no que concerne a operações SWAP.
E também quero explicar porquê, porque isto de andar só a dizer mal, sem concretizar, não serve para nada.

É preciso explicar. Explicar escorreito:

O que são swap´s (nunca é demais explicar)?
Swap (troca) são contratos de gestão de risco, em que a taxa variável de um empréstimo é substituída por uma taxa fixa.

A empresa fá-lo na perspetiva (de uma simples Anta) de não ser surpreendida (ups!) por subidas das taxas de juro.
Há sempre uma das partes que perde (normamente o povinho, mas isso não interessa nada), ou seja, que paga a diferença entre a taxa acordada e a variável, indexada, por exemplo, à Euribor.
Se os juros são superiores, perde o banco. Porém (caramba, esta palavra nem deveria existir), quando baixam, as empresas são penalizadas.
Foi o caso da METRO do PORTO.

As variações a que aludo não são lineares e, no caso da Metro do Porto, o contrato com a Banca obedece a uma fórmula que tem levado ao crescimento exponencial dos juros. Nos primeiros dois anos de pagamento (o contrato tem a duração de 14 anos!!!), a empresa beneficiou de spread zero e poupou três pontos percentuais, mas viu-se depois enredada (é o costume) em subidas galopantes: em setembro do ano passado, o juro chegou a 40,6%, e poderá ultrapassar os 100%, daqui a três anos (sóóóó??), se a Euribor permanecer na casa dos 0,5%.

E AGORA GRITEMOS TODOS EM UNÍSSONO
RESPONSABILIDADE PENAL PARA POLÍTICOS?
SIM!
QUANDO?
JÁ!

A vidinha deles em movimento, sobretudo movimento bancário.
Já a nossa...
 


A Uva também sabe de pulseiras da moda.

Eu - Bom, bom! Já te estás a esticar!
Filha - O que é isso mãe?
Eu - O que é isso? Quer dizer que andas a comer elásticos!
Filha - Quem me dera...
Eu - Quem te dera? Dou-te eu, não tarda!
Filha: Boa! Assim já posso fazer pulseiras!

Pensamento da mãe (que a filha não ouviu)

Escuta lá, ò engraçadinha das pulseiras, ainda nem sabes dar o nó nos atacadores, e já me queres dar um nó na cabeça?

Vai mas é colar cromos, antes que leves duas galhetas!

13 de maio de 2014

CANSEI!

- Muito, muito obrigada.
- Obrigada.
- Quero agradecer-lhe muito.
- Como faria isto sem si? Obrigada.
- Já fez? Muito obrigado.
- Sim, sim, sim. Obrigada.
- Já conseguiu? Obrigado.
- Pode trazer-me? Obrigada.
- Pode levantar, telefonar, verificar, pedir, escrever, aquecer, fazer chegar, chegar aqui, ir ali, vir cá a correr, ir ali a correr, a correr, a correr. Obrigado.
- Muito agradecido.
- Maravilha. Que maravilha. Obrigada.


CHEGA!
Eu não quero OBRIGADOS!
Eu, o que quero pá, o que eu quero mesmo pá, é um  AUMENTO DE ORDENADO!
Porque eu não preciso que me agradeçam o tempo todo, a toda a hora, a cada instante.
Já sei que sou boa, caramba, eu sou a super-secretária, bolas. As secretárias são TODAS boas, e com óculos de massa pá!
Como eu!
O que eu quero é ver esse obrigados todos na folha de vencimento. 5 000 obrigados. Todos juntinhos. Livres de impostos.

Deslarguem-me.
Obrigada!

12 de maio de 2014

Momentos de humor

Em terra de cegos, quem tem olho é rei.
 
 
E quando toda a gente diz que é para a frente, vem a vida provar que afinal é para trás.

 
E ainda dizem que tamanho não interessa.
 
 
E pronto, foi o meu momento de humor para esta linda segunda-feira.
De nada. 
 

A revolta dos eletrodomésticos?

Ontem, já a gaiata estava tratada, dentes lavados, metida na cama, e depois de longo fim de semana a abarrotar de acontecimentos, e festas, e roupas, e compras, e almoços, e coiso-e-tal-de-noite, aqui a Uva, com o olhito já em PALplus a ver o que se passava na televisão, caiu num sono leve, ora acorda, ora adormece, ora sonha, ora acorda, enfim, numa palermice que credo, em vez de apagar a porcaria da televisão e desligar a luz para descansar a cabeça, não, prefere queimar neurónios a sonhar com aviões com penas e tomates maduros.
E é nesta madornice que se dá o acontecimento.
Ao longe, creio que em território inimigo, começa a silvar um furioso e ensurdecedor apito, nitidamente de aviso de bombardeios de guerra, que se enfiou de tal forma nos ouvidos do casal maravilha, que de rompante e como molas, saltámos os dois da cama.
- O que é isto?
- Sei lá?
- Queres ver que descobriram o nosso paradeiro?
- Não pode ser. Ninguém sabe o nosso disfarce. Eles não podem atacar-nos assim. E os civis? Não, não, não. Tem calma.
Bom, depois desta tentativa de diálogo, no meio da barulheira infernal, toma a dianteira o homem da casa, fecha a porta da uva pequena, e pé-ante-pé, chega finalmente à cozinha. Eu, logo atrás, tapava os ouvidos e tentava perceber a mimica dos lábios do macho alfa.
- É o fogão. (e agacha-se para ver se o forno estava com alguma dor de barriga). Não pá, o fogão não é. Há meses que não ligamos esta merda.
- É o frigorífico? Vê lá se não é.
Mas o apito era de tal forma omnipresente que nos parecia vindo de todo o lado, inclusive da torradeira, do micro-ondas e da chaleira.
Macho alfa, decidido, abre a porta do frigorífico e toca nos 52 562 botões. Nikles. Os alimentos não tinham sido abduzidos e apesar do apito, o frigorifico parecia normal. Um dissimulado do pior.
Nisto, uma epifania teve lugar no hemisfério norte do meu cérebro:
- Vou desligar o quadro. Esta porcaria tem de se calar.
Supostamente, o apito devia calar-se, mas não. Continuava ensurdecedor. Caramba, um frigorífico com vida própria, parecia ter-se alimentado durante 9 anos para dar o golpe de misericórdia.
- Desliga o frigorifico da ficha.
- Boa. Onde está a ficha?
Credo. 9 anos depois, já não nos lembrávamos da maravilha de empresa que tínhamos contratado para nos fazer a cozinha. Fecharam o móvel do frigorífico tipo bunker, com a ficha lá por trás, com acesso interdito. Talvez com uma marreta conseguíssemos desligar o frigorífico da ficha.
Já o rapaz andava de rabo para o ar de chave Philips na mão, e manual de instruções no outro, quando os inimigos decidiram abandonar o local. Ficou um apito a zunir-nos nos ouvidos, mas o estupor do grande-eletrodoméstico calou-se.
- Bom, se calhar foi só um fanico. Deixa ver...
A coisa repetiu-se sem solução ou motivo à vista, durante mais 2 vezes enquanto estivemos os dois na cozinha a fazer mimica um para o outro; calou-se subitamente quando percebeu que íamos voltar para a cama sem lhe tocar e esteve calado a noite toda, como quem diz, pronto então, vão lá descansar que amanhã é outro dia. De manhã, assim que me viu, zás! toma lá o apito para ver se acordas. Calou-se quando saímos os três, eu com 3 aspirinas no bucho, a uva pequena com as almofadas da neve dos ouvidos e o rapaz com menos 150 cabelo no cocuruto.
Resumo: 
Este post é para os casalinhos que pensam casar este ano.
Os outros que já casaram há mais de 9 anos sabem do que falo, e por isso escusamde ler estas palavras que só vos vão trazer más memórias e lembranças tristes, porque também vocês, coitados, já passaram por este martírio.
''TODOS os eletrodomésticos estão preparados para se suicidar (como fazem os elefantes em Africa) dez anos depois de serem ligados a 1ª vez''. Disse-me na cara o tecnico com mais de 30 anos de experiência.
- E isso quer dizer o quê?
- Então, (sorriso malandro nos lábios, nota de encomenda  numa mão e cartão de visita no outro), para o ano já tenho lá um frigorífico dos meus para vos vender. É um excelente presente de aniversário de casamento. 
- E o apito?
- O apito era só para avisar.
 
E ainda bem que avisou no mês do IMI, do IRS, da praia da miúda, do acertto da EDP, da mudança de estação....
 É que começar a poupar assim com este ânimo, até sabe melhor.
Maravilha!
 
 
 

11 de maio de 2014

Um caso bicudo!!

Conheço uma miúda que sempre que me apanha a ler o jornal na hora da marmita, me diz sempre a mesma coisa: 'não sei como consegues ler isso, eu não suporto a atualidade!'
Ainda no outro dia tentava com grande dificuldade, que ele há pessoas difíceis, caramba, conversar com a ela sobre a questão dos Miró, enfim, um assunto da atualidade que a mim me encanita, mas qual quê.
- Desculpa, não sei do que estás a falar, é da atualidade?
- Sim, está em todos os jornais, há um movimento, petições, manifestações, pessoas a imolarem-se pelo fogo...
- Não sei ...
WTF?? Aquilo chocalhou-me os neurónios.
Como é que alguém no seu perfeito juízo não sabe nada da atualidade?
Vive de quê? Das cassetes que gravou do Júlio Isidro na infância? 
Uma pessoa que não sabe de atualidade vive num mundo à parte (que vive) e nem sequer deve conseguir falar a ninguém, já que todos nós somos de agora, exceto uma pessoa ou outra, tipo a Betty Grafstein. Nem sei o que pensar da vida sexual da rapariga, mas deve ser do tipo ejaculação precoce, mas ao contrário.
É que na minha cabeça, a atualidade nem é uma questão de gosto, caramba, é uma questão de sobrevivência. Já para não falar dos budistas, dos vegans, dos hippies e restante turma de ioga Se vivêssemos todos assim, no passado ou sei lá onde, quem é que aturava esta gente?
Bom, como eu ia dizendo, aquilo soava-me mal, mal, mal, mas agora, só vos digo: não a censuro.
Entre vídeos de artistas de gabarito, feitos no cemitério de Benfica, e  bojudas turbinadas, que hoje enchem a bloga de questões,  reconhecimentos aéreos da Força Aérea inglesa no Algarve, à procura de uma miúda que desapareceu há 7 anos??! acabo por lhe dar uma certa razão.
Atentemos-mos por exemplo no assunto do momento: o desaparecimento do Palito.
É verdade. Desapareceu um Palito, e valha-me a nossa Senhora dos Aflitos, que apesar daquela bosta gigante que foi largada ali no meio de Lisboa a fazer lembrar uma poia de elefante árabe, depois de ter engolido o jogo de xadrez do Xeique, o Palito continua desaparecido na bruma?
Ou seja, apetrecha-se Portugal com a estrutura tecnologicamente mais avançada em matéria de crime, capaz até de encontrar o Elvis, se ele ainda estivesse vivo, e para encontrar um Palito não serve?
Mas o que vem ser esta merda? Então agora dizem que encontrar o Palito é quase tão ou mais difícil que encontrar uma agulha num palheiro? Uma agulha num palheiro??? Mas alguém já disse a esta gente que já ninguém cai nessa trampa? Encontrar um agulha num palheiro é o maior embuste da sociedade Portuguesa, meus caros. Basta meter um íman gigante à porta do palheiro, daqueles que se usam nas cadeiras do Parlamento (a ver pela quantidade de anos que os Deputados lá ficam alapados) que a agulha é logo sugada por aquilo? Zás, e já lá está? Querem agora meter-nos palitos nos olhos??? Mas está tudo doido ou quê?
Lá está, a miúda não é tola de todo. Para quê perder tempo com estas ansiedades da atualidade? Para ela (e para os que fazem piqueniques divertidíssimos na terra do Palito à espera que ele dê à costa como se fosse uma boga) basta-lhe saber daqui a 2 anos, ou quem sabe 7, que o tal Palito estava afinal enfiado no rabo  de alguém, ou que estava  palitando uns dentes insuspeitos, numa conferência de imprensa qualquer da 2ª liga.
Para que quer ela saber, se é tão triste e decadente, que a polícia mais especializada do mundo está toda ela alapada em Penedono, com GPS, sonar e radar, a calcorrear montes e vales, e nada de encontrar o estupor do Palito?
A miúda é esperta. A atualidade só serve para nos apoquentar a cabeça, para nos distrair daquilo que é realmente importante na vida, como por exemplo, o motivo de terem deixado a mulher barbuda fugir do circo, e ir ganhar o festival da canção.
Tenho a certeza que se o António Variações ressuscitasse agora, saberia dizer exatamente em que rabo estava escondido o Palito. Mas para quê saber agora se podes saber amanhã?
Assim, o melhor é esperar, que alguém largue um peido.
Ele acabará por aparecer.
Ele há coisa melhor que chupar um caracol sem palito?

 

9 de maio de 2014

A vossa atenção por favor - NOVA (6ª) ALTERAÇÃO AO CÓDIGO DO TRABALHO

E é assim, que no próximo dia 1 de junho, entra em vigor a 6ª alteração ao Código do Trabalho, desta vez (e não são todas) para cumprir os desígnios troikanos de que o mercado de trabalho em Portugal deve ser mais flexível.
 
Os cinco critérios para despedir já foram publicados em Diário da República, (deixo-vos a lei aqui) obrigam as empresas a respeitar?! uma ordem para justificar a escolha de quem é despedido. A avaliação do desempenho passa a ser o principal critério de despedimento, seguindo-se as habilitações, a onerosidade do vínculo laboral (isto é uma vergonha), a experiência profissional e a antiguidade na empresa.
As alterações introduzidas adiantam que, quando extinto um posto de trabalho, e o critério de despedimento do trabalhador assenta nas habilitações “considera -se que a subsistência da relação de trabalho é praticamente impossível quando o empregador não disponha de outro compatível com a categoria profissional do trabalhador”. Além disso, fica definido que o despedimento ocorre se não existir na empresa outro posto de trabalho disponível e compatível com a categoria profissional do trabalhador.
Actualmente, num despedimento por extinção de posto de trabalho, os trabalhadores com menor antiguidade são os primeiros a sair.
 
Critérios para despedimento
1 - Pior avaliação de desempenho, com parâmetros previamente conhecidos pelo trabalhador;
2 - Menores habilitações académicas e profissionais;
3 - Maior onerosidade pela manutenção do vínculo laboral do trabalhador para a empresa;
4 - Menor experiência na função;
5 - Menor antiguidade na empresa

8 de maio de 2014

A Uva foi ao cantinho, matou uma barata e voltou para casa.

Ontem fui comemorar os meus 9 anos de casada.  
Para não fugir à tradição, fomos a um restaurante da berra, o Cantinho do Avillez, e só não saí de lá aos berros porque a rua estava cheia de bófias e ainda me prendiam em camisa de forças.
E perguntam vocês porquê. E eu respondo com esta simplicidade que me é característica:
Porque aquela bodega tem uma cobra  capelo de fio dental e farta cabeleira a abanar o rabo à frente dos clientes para lhes indicar a mesa.
Bom, mas vamos lá ao que interessa e fazer a crítica gastronómica do local, à boa maneira uva-virginiana, que é para isso que me pagam.
Eu nasci no Alentejo de Lisboa.
Quero com isto dizer, que nasci no Hospital de Santa Maria, onde tudo o que era alentejana imigrada na urbe, paria os filhos, alguns deles até concebidos na auto-motora de Beja, mas isso agora não interessa nada.
O que quero dizer, é que apesar de toda a minha finess e elegância Lisboeta, aquilo que eu gosto mesmo, mesmo de comer é pão com azeitonas, chouriça assada e carne frita com migas.
Vai daí que ir comer três caganitas confitadas e um prego com caca guacamole embrulhado num wrapp ou lá o que é, em que a carne vem às tirinhas?! e as azeitonas repousam dentro de uma chávena de café para anões, onde é praticamente impossível enfiar os dedos, é muito giro, tá muito na moda, mas não é para mim.... muito menos para o meu marido, que só me faltou  perguntar-lhe, depois de ver passar a cobra, se precisava de ajuda para por os olhos para dentro.
No meio de tanta informação, o que me chamou a atenção foi na falta de criatividade do Avillez.
Rapaz, aplicar o conceito IKEA a um restaurante onde se paga 200 euros para comer um prego, caramba, ou revês as tuas prioridades ou não me apanhas lá mais.
Trazes-me as coisas para a mesa em peças desmontáveis? Realy? Uma tacinha com a cebola, uma tacinha com a alface, uma tacinha com o coentro, uma tacinha com o pimento, uma tacinha com a carne pica-pau, uma tacinha com molho de tomate com azeite, uma tacinha com molho de pimenta, 2 wrapps dentro de um prato, e agora amanha-te a montar essa merda que eu tenho mais que fazer??
Vá lá, que até não fazes mal as batatas fritas, mas porra! fizeste-me comê-las com a mão??
Bom, eu bem sei que fizeste o restaurante para as tias irem comer escabeche de porco-preto de Andaluzia e mais não sei o quê do cachaço, e não para servires pregos a dois pelintras do pior, mas se é para afugentares a canalha, ao menos afugenta-a com classe, porque teres dois alentejanos dos costados, a comer fígados de aves mortas (à imenso tempo) e atum selvagem embebido em óleo para batatas, o melhor é meteres a gazela que lá tens à porta armada em Pocahontas, com um letreiro a dizer: Alentejanos NÃO!
E já agora, vê lá se lhe dizes para vestir uma cuecas decentes, Ok?
Eu bem sei que o Avillez, áh, o Avillez, esse monstro da cozinha portuguesa, esse píncaro do 'lots of flavour' é um cheff tremendamente profissional, mas se ele puder dispensar o seu pouco tempo para ir ali a Mértola, ou a Nisa, comer uma carne de porco à alentejana, umas migas de espargos e umas azeitonas com orégãos, pode ser que os seus restaurantes sejam enfim um sucesso.
Cá para mim é bago d´uva, ou seja, é pouco, e não fosse a festa do amigo doutor alentejano, já mais à noitinha, e tinha ido para a caminha cheia de fome...
Por falar em Uva. O vinho não era mau, mas estava martelado. E só digo isto porque, por um lado a marca era um "Projeto JA e não-sei-mais-quem" que é de certeza uma mistela feita na cozinha com sobras, e por outro lado,  o rapaz que nos serviu o vinho naquela farda com camisa aos quadradinhos (é mesmo necessário ter toda a gente vestida como se fossem diretamente para a faina da faneca?) tinha todo o ar que quem gostava de martelinhos. Andava ali a disfarçar as olheiras, mas eu (moça versada nas raves de Serpa) percebi logo que a noite tinha sido de arromba.
Em suma, Avillez pá, tu até tens queda, não tens é onde cair, por isso convido-te a ires lá ao meu Alentejo, que há lá muito campo para caíres à vontade.
Thanks V. foi uma noite simples na comida, cara no bolso, mas muito agradável aos olhos, já que quem estava sentado à minha frente eras tu.
Da próxima escolho eu, ok?

Quem é amiguinha, quem é???

Ora aqui está o que eu chamo de ver para crer.
As fotos mostram o que representam as 200 calorias de vários alimentos.
Bastante útil para quem tem aquela mania estranhíssima de contar calorias...

Vejam AQUI !!

As pernas de David já não aguentam o peso da escultura de Miguel Ângelo

 
Pudera! Aguentar ali de pé  510 anos, com um corpanzil daqueles de mais de cinco toneladas, não deve ser fácil... ao menos uma cadeira para o homem se sentar, bolas!