Yämmi, Chef ou Bimby.
Qualquer merda me serve para me ver livre da cozinha.
4 de dezembro de 2015
Da incerteza
Disseram-me no outro dia que um tal de Einstein era um burro de primeira apanha, mas afinal não o era em todas as áreas.
Este burro, mas não em todas as áreas, disse que era um erro grave substituir a vontade de olhar e pesquisar (vontade de aprender) pela obrigação e pelo sentido de dever, isto é, que os exames são prejudiciais e aprender não deve ser obrigação.
Disse ainda, este animal racional, burro mas não em todas as áreas, que até um predador animal pode ser privado da sua voracidade se lhes for exigido continuarem a comer quando não têm fome.
E o burro, era ele?
Este burro, mas não em todas as áreas, disse que era um erro grave substituir a vontade de olhar e pesquisar (vontade de aprender) pela obrigação e pelo sentido de dever, isto é, que os exames são prejudiciais e aprender não deve ser obrigação.
Disse ainda, este animal racional, burro mas não em todas as áreas, que até um predador animal pode ser privado da sua voracidade se lhes for exigido continuarem a comer quando não têm fome.
E o burro, era ele?
Da inutilidade
De que servem anos e anos de lutas, de sofrimentos, e disputas, horas e horas de estudos, reuniões, livros e conferências, sobre o lugar da mulher no mundo, se depois da inundação é a ti que te mandam ir buscar o caralho da esfregona?
Da incoerência
O que é que na vida pode ser mais incoerente do que passar um ano inteiro a tentar a integração e a aceitação, e depois marcar um jantar de departamento?
Do direito ao foda-se
Para que serve a merda do blog, se basta dar aqui um peidinho para me virem logo perguntar se já estou na fase da quimioterapia aos intestinos?
Foda-se!
Foda-se!
Da estupidez
É-me muito doloroso verificar que a esmagadora maioria das pessoas que lêem blogs, gastam muito mais tempo da sua vida a visitar espaços que só debitam merda, do que a visitarem espaços que, pela sua qualidade, lhes permitem esquecer que estamos todos rodeados de merda.
Do azar
Deve ser lixado largar tudo para ir a correr gastar uma pipa de massa na black friday, para depois descobrir que pagou muito mais pelas coisas do que se lá tivesse ido na véspera de Natal.
2 de dezembro de 2015
Desculpem esta ausência
Mas tenho andado numa roda tão viva (a roda gira e com ela a minha vida), que tenho os minutos todos ocupados, de sonhos, perspetivas, e possibilidades.
E que possibilidades meus senhores, que possibilidades!
E Lisboa?
Não é tão, mas tão boa?
É pois!
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